Las dos Fridas (1939)Sangue, tesoura, pintura, corte, amor, paixão, mulher, homem, morte. Frida me comove com sua pluralidade e gestos naturais, de uma natureza desconhecida hoje em dia, tamanho é o estranhamento criado sob nós mesmos.
Revolução impressa, sofrimento pintado e alegria vivida ao lado de sua arte. Ela nunca esteve só, visto que o pensamento ocupa espaços e a criatividade põe em xeque a solidão – não querendo substituí-la de maneira alguma, mas exaltá-la!
A força é recortada pela leveza e a morte nunca foi tão colorida. Estrangeira pele vermelha e verde com cheiro apimentado das cordas a soar no quintal florido.
Frida Khalo exprime o que há de mais profundo no sentir – o viver. Ao mesmo tempo em que explora o surrealismo com pinceladas factuais de abismos infindos. Bebe o calor de sua terra, representando na arte a beleza cruel de sua vida.
Texturas quebradiças envolvem-na como um manto de sentidos... cheiros, sabores, toques – essências de Frida.
Revolução impressa, sofrimento pintado e alegria vivida ao lado de sua arte. Ela nunca esteve só, visto que o pensamento ocupa espaços e a criatividade põe em xeque a solidão – não querendo substituí-la de maneira alguma, mas exaltá-la!
A força é recortada pela leveza e a morte nunca foi tão colorida. Estrangeira pele vermelha e verde com cheiro apimentado das cordas a soar no quintal florido.
Frida Khalo exprime o que há de mais profundo no sentir – o viver. Ao mesmo tempo em que explora o surrealismo com pinceladas factuais de abismos infindos. Bebe o calor de sua terra, representando na arte a beleza cruel de sua vida.
Texturas quebradiças envolvem-na como um manto de sentidos... cheiros, sabores, toques – essências de Frida.
Inspirado no filme de Julie Taymor,"Frida" (2002).